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Trailer de xXx: Return of Xander Cage

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A personagem Xander Cage está de regresso ao franchising Triple X (xXx), e o primeiro trailer confirma isso.
 
Recordamos que Triple X, estreado em 2002, seguia as aventuras de Xander Cage, um atleta de desportos radicais que é recrutado pelo Governo para uma arriscada missão em Praga. Realizado por Rob Cohen, também ele realizador do primeiro Fast and Furious (Velocidade Furiosa), que em conjunto com este filme lançaram Vin Diesel para o estrelato. Samuel L. Jackson e Asia Argento compunham o elenco deste êxito de bilheteira, tendo rendido em todo o Mundo cerca de 277 milhões de dólares.
 
Vin Diesel recusou a sequela (State of Union), segundo consta, procurava afastar-se da figura de ação o qual se encontrava anexado, tendo sido substituído por Ice Cube. Porém, esta continuação, estreada em 2005, não causou empatia com o público e em termos de box-office ficou muito aquém das expectativas (72 milhões rendidos em todo o Mundo, o mesmo que o orçamento do primeiro).
 
Vin Diesel e Samuel L. Jackson regressam à fasquia, Tony Jaa, Donnie Yen, Toni Collete e Ruby Rose completam o elenco. D.J. Caruso será o realizador.
 
xXx: The Return of Xander Cage tem estreia prevista para janeiro de 2017.
 
 
 

Produção israelita vence 24ª edição do Curtas Vila do Conde

O israelita Nadav Lapid (Ha-shoter) arrecada o Grande Prémio "DCN Beers" da Competição Internacional da Curtas Vila do Conde, graças à sua média-metragem, From The Diary of a Wedding Photographer. Enquanto que na Competição Nacional, o documentário de Ana Maria Gomes, António, Lindo António, conquistou, não só o Grande Prémio, como também o galardão de Público. Quanto a Melhor Realizador Português, o artista plástico Gabriel Abrantes continua a dar nas vistas, e o seu A Brief History of Princess X, que correalizou com Francisco Cipriano, não foi exceção.

 

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

Grande Prémio "DCN Beers" 

From The Diary Of A Wedding Photographer (Nadav Lapid)

Melhor Filme de Animação

Decorado (Alberto Vázquez)

Melhor Filme de Documentário

Notes From Sometime, Later, Maybe (Roger Gómez, Dan i Resines)

Melhor Filme de Ficção

Limbo (Konstantina Kotzamani)

Vila do Conde Short Film Nominee Curta nomeada para os European Film Awards 2016 em Vila do Conde

Home (Daniel Mulloy)

Prémio do Público “Niepoort”

Decorado (Alberto Vázquez)

COMPETIÇÃO EXPERIMENTAL

Bending To Earth (Rosa Barba) 

Menção Honrosa

Ocho Décadas Sin Luz (Gonzalo Egurza)

 

COMPETIÇÃO VÍDEOS MUSICAIS

Villa Soledade - Sensible Soccers (Laetitia Morais)

COMPETIÇÃO CURTINHAS 

Moom (Robert Kondo, Daisuke 'O ice' Tsutsumi)

Menção Honrosa

Moroshka (Polina Minchenok)

Stickman (Jeroen Jaspaert, Daniel Snaddon)

Panique Au Village: La Reentrée Des Classes (Vincent Patar, Stéphane Aubier)

COMPETIÇÃO NACIONAL

 

Melhor Filme

António, Lindo António (Ana Maria Gomes)

Prémio do Público “SPA – Sociedade Portuguesa de Autores”

António, Lindo António (Ana Maria Gomes)

Prémio “BLIT” - Melhor Realizador Português

A Brief History of Princess X (Gabriel Abrantes, Francisco Cipriano)

COMPETIÇÃO TAKE ONE! 

Pronto, Era Assim (Joana Nogueira, Patrícia Rodrigues) 

Chris Hemsworth regressa à franquia «Star Trek»

Star Trek: Além do Universo ainda não estreou nos cinemas e a Paramount Pictures já confirmou avançar com um quarto filme da saga intergaláctica reiniciada por J.J. Abrams. 
 
O realizador Justin Lin manterá no seu cargo de realização, mas é no regresso de Chris Hemsworth ao elenco que tem merecido a devida atenção. O ator voltará a ser George Kirk, o pai do Capitão Kirk (Chris Pine), que havia desempenhado nos primeiros momentos do filme de 2009 [ler crítica]. 
 
Para além do anúncio do ator, J. J. Abrams revelou ainda que a premissa deste quarto capítulo será de uma jornada do Capitão Kirk para encontrar o homem que nunca conhecera, o seu pai. 
 
Star Trek: Além do Universo tem estreia prevista para 25 de agosto no nosso país. 
 

«Victoria» por Paulo Portugal

  • Publicado em Critica

Num dos seus intervalos na carreira de ator, o alemão Sebastian Schipper acrescentou mais um título à sua filmografia atrás da câmara. Victoria teve a sua premiere no festival de Berlim de 2015 onde obteve o prémio de melhor contribuição artística, para o diretor de fotografia norueguês Sturla Brandth Grovlen, por cumprir uma sinuosa história pelas ruas de Berlim, com aparticularidade de ser captada num único plano de duas horas e dezoito minutos. Temos então um filme inflamado por um ritmo infernal que invariavelmente nos faz recordar “Corre, Lola Corre”, de Tom Tykwer, de 1998. Curiosamente, ou talvez não, uma fita em que Schipper participou como ator. 

O ritmo é imprimido de imediato na primeira cena, em que a espanhola Victoria (a bela catalã Laia Costa, numa inevitável versão de Franka Potente, de Lola), desce às catacumbas dos ritmos tecno de um clube noturno em Berlim, para evoluir madrugada dentro e ao longo do dia com as investidas do impetuoso Sonne (Frederick Lau) e o seu pequeno gang amigos, Boxer (Franz Rogowski), Blinker (Burak Yigit) e Fuss (Max Mauff).

Sem darmos muito pela passagem do tempo, a narrativa oferece-nos uma dose suficiente de peripécias e ação quanto baste para nos manter entretidos. Ainda que seja difícil ignorar a mirabolante eficácia de uma câmara com intenção não interromper o curso. É claro que existe pelo meio um McGuffin hitchcokiano de um saco de dinheiro que serva apenas para justificar a correria de uns e a perseguição de outros. É sempre assim.

Mesmo sem pretender ser original, o V de Victoria consiste sobretudo na forma hábil como o filme mantém de pé uma certa unidade. Ainda que, por vezes, o faça já onde o entretenimento se cruza com o enfado. É que tal narrativa não perde lógica se perder ritmo. 

É de louvar a coordenação quase perfeita entre Schipper e Sturla para erguer uma coreografia credível, e mais ou menos precisa, de modo a estender toda a ação no tempo e no espaço. Controla-se assim grande parte dos momentos em que é o desenrolar da trama que monta a linha elíptica do tempo na sequência. Seguramente, um notável trabalho de eficácia, mesmo quando nos atira para um final algo desproporcionado, ainda que aceitável dada a premissa inicial.

O problema de Victoria é que se torna difícil de o classificar fora de um registo de exercício cinematográfico. Ou seja, pesa sempre mais o lado de curiosidade do que propriamente do grande filme. 

 

O melhor: O trabalho coerente de realização e de câmara

O pior: A dificuldade em deixar de sentir que se trata de um filme-exercício

Paulo Portugal

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