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João Salaviza: "Estou infiltrado num grupo de apoio a Bolsonaro (...) 99% das notícias partilhadas são absurdamente falsas"

Numa crónica no jornal Público, intitulada Exorcismos, o realizador português João Salaviza afirmou que está "infiltrado num grupo de apoio a [Jair] Bolsonaro no WhatsApp" e que escrutinando tudo o que leu, deparou-se com cerca de 99% de notícias partilhadas "absurdamente falsas". Quanto ao resto, o realizador de Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, rodado junto aos Krahô, povo indígena do Brasil, diz encontrar um "discurso de ódio, apologia da violência, raiva irracional e fanatismo religioso".

Explicando ao jornal as suas raízes e ligações ao Brasil, Salaviza conta alguns episódios do sentimento que se vive no país e assegura que "A campanha de Bolsonaro, totalmente ancorada em grupos autónomos de WhatsApp, foi eficaz ao formar uma massa de fanáticos que aderiu a um regime de violência e constante policiamento a todas formas de diferença e alteridade".

Recorde-se que Jair Bolsonaro vai concorrer na segunda volta das eleições com Fernando Haddad. O escrutínio está marcado para o próximo 28 de outubro.

 



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