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Mais críticas a Tarantino após o ressurgimento de entrevista onde defende Roman Polanski

Com o caso entre Uma Thurman e Quentin Tarantino a parecer resolvido, isto depois de uma entrevista da atriz, de uma publicação no Instagram, e uma outra entrevista do realizador, surge agora outra contrariedade para o cineasta. Surgiu agora online uma conversa de 2003 no programa de Howard Stern onde Tarantino defende Roman Polanski, o cineasta franco-polaco que fugiu dos EUA em 1978, após ser indiciado por ter uma relação de cariz sexual com uma menor de apenas 13 anos de idade.

Tarantino, que nesse ano apresentou o primeiro volume de Kill Bill, defendeu o cineasta franco-polaco, afirmando que "Ele não violou uma menina de 13 anos", mas sim "teve sexo com menores (...) Não é exatamente a mesma coisa. ... Ele fez sexo com uma menor. Isso não é violação. Para mim, quando usas a palavra "violação" estás a falar de violência. É um dos crimes mais violentos do mundo. Lançar a palavra "violação" é como lançar a palavra "racista". Não se aplica a tudo o que as pessoas usam. Ele foi culpado de fazer sexo com uma menor."

O realizador foi confrontado diversas vezes pela outra apresentadora do programa, Robin Quivers, com o facto do sexo não ser consensual e de a jovem ter apenas 13 anos, e por Howard Stern, que recordou Tarantino que a "violação" envolveu comprimidos e álcool à mistura. Tarantino frisa que a jovem era uma "party girl" e que "queria e andava com o tipo"- e que recentemente, já adulta, reconheceu isso mesmo e pedia para as autoridades abandonarem o caso. Quivers relembra então Tarantino que a jovem de 13 anos não pode tomar decisões sozinhas e que essas têm ainda de ser tomadas pelos pais, ao que Stern concordou. No final do aúdio conseguimos ainda ouvir a opinião de alguns ouvintes, onde a questão do sexo consensual volta a ser tema.

De notar que pelo meio da conversa, houve ainda tempo para Tarantino reconhecer que se a jovem de 13 anos fosse sua filha, "daria um enxerto de porrada" a Polanski.



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