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Chloe Sevigny apresenta "Lizzie" em Sundance e comenta o caso Woody Allen

Durante uma entrevista com a Variety na sexta-feira à tarde no Festival de Sundance, a atriz Chloe Sevigny mostrou reservas quanto à hipótese de voltar a trabalhar com Woody Allen. 

"Eu tenho a minha própria turbulência interna com a qual estou a lidar para uma decisão", disse a atriz de Melinda e Melinda (2004), acrescentando que "Provavelmente não" voltará a trabalhar com o cineasta.

Sevigny é apenas a última a opinar sobre a hipótese de voltar a trabalhar com Allen. Colin FirthTimothée Chalamet, Ellen Page, Greta GerwigMira Sorvino, Griffin Newman, David Krumholtz e Rebecca Hall e muitos mais vieram a público apoiar as alegações de Dylan Farrow e afirmar que não voltariam a trabalhar com o cineasta nova-iorquino. Allen nega todas as acusações feitas pela filha adotiva.

Em Sundance com Lizzie

Lizzie Borden had an axe. 
She gave her mother 40 whacks. 
When she saw whatshe had done. 
She gave her father 41.

No Festival de Sundance, Sevigny é protagonista de Lizzie, filme onde interpreta o papel de Lizzie Andrew Borden - uma das figuras mais tradicionais e icónicas da cultura popular norte-americana - foi levada a tribunal no final do século XIX pelo duplo homicídio do seu pai, Andrew J. Borden, e da sua madrasta, Abby Borden, mortos na sua casa com recurso a uma arma pesada e afiada no dia 4 de agosto de 1892.

A atriz, que já esteve para desempenhar esse papel numa série de TV que nunca avançou, coproduziu o filme e é acompanhada no elenco por Kristin Stewart no papel da empregada da família Borden que vivia na mansão junto a eles e que se acredita que possa ter tido um relacionamento amoroso com Lizzie. Durante os assassinatos, estas seriam alegadamente as únicas pessoas na casa.

A quimica entre as duas atrizes surgiu de forma natural, segundo Sevigny, que se confessa fã de Stewart: "Existe uma admiração mútua. Acho que ambas nos identificamos com estas personagens marginais, fora da lei".  Quanto a suas cenas de amor no filme, Sevigny riu e respondeu que quem lhe dera que tivessem existido mais.

O filme de Craig William Macneill abre com os assassinatos já executados de forma muito sangrenta, voltando posteriormente atrás, aos seis meses que antecederam as mortes. O ato de matar em si é explicado pela Indiewire como "uma combinação de terror centrada nos corpos [desnudados de Sevigny e Stewart]. Um momento carnal e totalmente chocante".

Quando questionada como se preparou para uma cena tão extenuante e violenta enquanto estava totalmente nua, Sevigny disse: "É um momento realmente carnal e simplesmente pensei que seria realmente cativante. Confiei na contenção de Craig [realizador] e na fotografia de Noah [Greenberg], que me fariam aparecer bem.".



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