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Timothée Chalamet: «Não quero tirar proveito do meu trabalho no filme de Woody Allen»

Timothée Chalamet tornou-se o mais recente ator a criticar publicamente Woody Allen, anunciando que vai doar o seu salário do próximo filme de Allen (A Rainy Day in New York) à iniciativa Time's Up, juntamente com outras instituições de caridade.

Chalamet, de 22 anos, que deu em 2017 nas vistas pela sua participação em Call Me By Your Name, escreveu no Instagram que neste último ano aprendeu que ter um bom papel não é o único critério para aceitar um emprego e que para a sua decisão contribuiu o facto de ter testemunhado o nascimento de um movimento poderoso com o objetivo de acabar com a injustiça, a desigualdade e, acima de tudo, o silêncio.

"Fui questionado em algumas entrevistas recentes sobre a minha decisão de trabalhar num filme com o Woody Allen no verão passado. Não sou capaz de responder diretamente à pergunta devido a obrigações contratuais. Mas o que posso dizer é o seguinte: não quero tirar proveito do meu trabalho no filme e, por isso, vou doar todo o meu salário a três instituições de caridade: a Time's Up, o Centro LGBT em Nova York e a Rainn [a Rede Nacional de Violação, Abuso e Incesto]".

Chamelet junta-se assim a Ellen Page, Greta GerwigMira Sorvino, Griffin Newman, David Krumholtz, Rebecca Hall e muitos mais nomes do Cinema que afirmam ou dão a entender que não voltarão a trabalhar com Woody Allen.



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