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«Barbara» e «Grave» conquistam o prémio Louis Delluc

O filme Barbara, de Mathieu Amalric foi o grande vencedor do prémio Louis Delluc, uma distinção criada em 1937 e atribuída anualmente por um grupo de personalidades e críticos do cinema francês em homenagem ao jornalista, argumentista e cineasta Louis Delluc, considerado o "pai espiritual da crítica de cinema". 

A obra sucede assim a Une vie, de Stéphane Brizé, o vencedor da edição de 2016. Nela seguimos uma atriz, Brigitte, que irá interpretar num filme a icónica cantora Barbara. Brigitte trabalha a personagem de Barbara. A personagem vai crescendo dentro dela. Começa mesmo a invadi-la. Yves, o realizador, também vai trabalhando – através de encontros, imagens de arquivo, a música. Parece inspirado por ela... Mas por quem? Pela atriz ou por Barbara?

No que diz respeito ao prémio atribuído à primeira obra, o vencedor foi Grave, um filme choque que segue uma jovem vegetariana que, numa praxe, se vê forçada a comer carne crua e  revela uma faceta carnívora (canibalesca) face ao mundo em redor.

Prémio Louis-Delluc 

Barbara, de Mathieu Amalric --> vencedor
Belle dormant
, de Ado Arrietta
Carré 35,  de Eric Caravaca
120 battements par minute, de Robin Campillo
Les fantômes d'Ismaël, de Arnaud Desplechin
Les gardiennes, de Xavier Beauvois
I am not your Negro, de Raoul Peck
Jeannette, l'enfance de Jeanne d'Arc, de Bruno Dumont
Makala, de Emmanuel Gras

Prémio Louis-Delluc de Primeiro Filme :

Ava, de Léa Mysius
Compte tes blessures, de Morgan Simon
Grave, de Julia Ducournau --> vencedor
Jeune femme, de Léonor Serraille
Jours de France, de Jérôme Reybaud
Petit paysan, deHubert Charuel

 



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