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«Queen Antigone» por André Gonçalves

Passa algo despercebido (na secção Queer Art, mais concretamente) um dos filmes mais originais que poderemos ver neste festival ou em todo o ano.

Chama-se Queen Antigone e mistura, à boa maneira grega, mitologia e a Grécia atual, centrada aqui em dois irmãos vítimas de circunstâncias em redor: ele sofre de bullying" ela não recebe o ordenado da loja onde trabalha e há meses que não consegue pagar a assistência médica do pai.

Por muito preconceito que a secção Queer Art inspire, esta é sem dúvida uma aposta ganha para o público mais aventureiro, que é aqui presenteado com mais um rasgo de criatividade/loucura desta nova vaga grega. Filme de amor-ódio, labiríntico na sua estrutura de três atos, conta com um dos stripteases mais desconcertantes da história do cinema (ao som de Peaches) e com outras visões difíceis de apagar da retina, meses após o visionamento. A não perder, se tiver mente suficientemente aberta.

O melhor: a criatividade
O pior: alguma insularidade ainda assim


André Gonçalves



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