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Doclisboa arranca hoje sob uma sensível acústica

O piano do Czar Nicolau II será novamente tocado nesta 14ª edição do Doclisboa: Festival Internacional de Cinema, com Oleg y las Raras Artes, de Andrés Duque, a ter lugar no Grande Auditório do Culturgest. 
 
O Doclisboa celebrará, assim, um ano memorável, apostando fortemente em conteúdo atual da mesma forma que visa as suas memórias através de  homenagens e constantes retrospetivas. Neste último campo contamos com um ciclo dedicado a Peter Watkins na Cinemateca, o documentarista inglês cuja sua obra teve impacto na História do cinema docuficcional, a homenagem a Peter Hutton, conhecido como o realizador de Three Landscapes, que nos deixou no passado mês de junho em consequência de uma cancro que combatia há anos, e o tributo "de última hora" ao cineasta iraniano Abbas Kiarostami, também falecido este ano. Na secção Heart Beat, a homenagem também terá lugar com Bowie, Man with a Hundred Faces or The Phantom of Herouville, de Gaëtan Chataigner, sobre o cantor e músico David Bowie e By Sidney Lumet, de Nancy Buirski, com especial atenção ao realizador Sidney Lumet. 
 
A História documental de Cuba consistirá num dos ciclos surpresas deste Doclisboa, assim como o foco aos media ninja com #Fora Temer, que salienta o papel fundamental desta comunicação social marginal durante o aceso conflito político-social do Brasil. Sabendo que já lá vão 14 edições, o passado do próprio festival e do seu respetivo legado não ficará de fora, a temática Da Terra à Lua terá a sua estreia este ano. Uma "cápsula do tempo" que reúne alguns dos melhores trabalhos e realizadores que passaram pela década e tanto do Doclisboa.  Wang Bing, Rithy Panh, Sergei Loznitsa, Michael Palm, Werner Herzog e as portuguesas Teresa Villaverde e Catarina Alves Costa, serão alguns nomes presentes neste "best hits". 
 


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