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Clássicos franceses em cópias restauradas no Espaço Nimas

Arranca hoje a mostra Cinema Francês - Os Grandes Mestres 1930-1960, um extenso ciclo organizado pela Leopardo Filmes que levará o espectador a conhecer ou a revisitar alguns dos maiores filmes da cinematografia francesa fora os já canónicos Nouvelle Vague.

A iniciativa apresentará no seu total 16 obras-primas, entre os quais alguns inéditos nos cinemas portugueses. Todos eles em cópias restauradas e digitalizadas e legendadas em português. A primeira parte do ciclo contará com quatro obras dispersadas em quatro conceituados cineastas que inspiraram a trupe da Nova Vaga dos anos 60.

Jean-Pierre Melville, “o mais americano dos realizadores franceses”, prova ao mundo o seu fascínio pela “cidade que nunca dorme” em Dois Homens em Manhattan (Deux Hommes Dans Manhattan, 1959), o primeiro filme a ser mostrado, seguido por Georges Franju e o seu Olhos sem Rosto (Les Yeux Sans Visage, 1960), uma ousada fantasia médica sobre um cirurgião que tudo faz para “devolver a face” à sua filha, vitima de um acidente. Jean Renoir, que dispensa apresentações, emana um relato de crime a anteceder os feitos de Hitchcock em O Crime do Sr. Lange (Le Crime de Monsieur Lange, 1936) e por fim, Madame De … (1953), um dos mais belos trabalhos de Max Ophüls.

Esta mostra decorrerá até dia 10 de outubro, no Espaço Nimas em Lisboa.

 



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