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Novo trailer de «A Monster Calls», o outro "amigo gigante"

Foi revelado um novo trailer de A Monster Calls, a adaptação cinematográfica de uma homónima novela fantástica escrita por Patrick Ness, que também contribuiu no argumento.

Esta produção seguirá a história de um rapaz que pede ajuda a um monstro das árvores para lidar com a doença terminal da sua mãe. O filme conta com direção de Juan A. Bayona (O Orfanato, O Impossível), e no elenco é possível encontrar os atores Felicity Jones, Liam Neeson (na voz do monstro), Toby Kebbell, Sigourney Weaver, Geraldine Chaplin, Jennifer Lim e Lewis MacDougall. 

A Monster Calls tem estreia prevista para 20 de outubro nos cinemas portugueses.

Ciclo de Cinema Argentino na Cinemateca-Portuguesa

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Uma outra história do cinema argentino”, é esta a proposta da Cinemateca Portuguesa Museu-Cinema estabelecida neste novo ciclo – História(s) do Cinema Argentino – que arranca hoje, 12 de Julho, e que prolongará até dia 25.
 
Organizado em colaboração com o Festival Il Cinema Ritrovato de Bolonha, o ciclo foi programado por Edgardo Cozarinsky (que estará presente na Cinemateca durante os primeiros dias do ciclo), e que contará com 8 obras em primeira exibição nas nossas salas, em cópias novas de 35 mm.
 
A ideia deste História(s) do Cinema Argentino surgiu através dos textos póstumo do crítico e teórico argentino Alberto Tabbia, remetendo-nos a obras pouco conhecidas oriundas de um tempo quase desconhecido (1935 – 1976). 
 
O ciclo abre com Mas Allá del Olvido, um filme de Hugo del Carril sobre um homem que encontra no rosto de uma prostituta (Laura Hidalgo) os traços da sua falecida mulher. Considerado por muitos cinéfilos e teóricos de cinema como um dos melhores e mais emocionantes trabalhos cinematográficos argentinos. 
 
Para mais informação sobre a programação e os filmes, ver aqui

«Anthropoid» (Operação Antropoide) por Paulo Portugal

  • Publicado em Critica

Enquanto filma os dois próximos filmes da saga erótica As 50 Sombras de Grey, Jamie Dornan veio de novo a Karlovy Vary apresentar o filme de guerra Anthropoid.

O 51º Festival de Karlovy Vary não poderia ter um filme mais indicado para a sua cerimónia de abertura que o drama de guerra Anthropoid, sobre a operação da resistência checoslovaca destinada a assassinar na ocupada Praga o oficial Reinhard Heydrich, o terceiro no ranking da hierarquia nazi – e que seria um dos principais arquitectos da Solução Final ou do Holocausto.

De resto, no papel, faria todo o sentido dar luz verde a esta co-produção checa-franco-britânica, liderada pelo britânico Sean Ellis (Metro Manila), evocando esse pedaço da traumática história local, ainda que relativamente desconhecido, aproveitando ainda as extraordinárias facilidades propiciadas pelos estúdios de Barrandov, onde decorreu a rodagem, bem como em localidades da capital checa.

Até aqui tudo bem. Incluindo toda a preocupação que a produção teve com manter algum do realismo desta história que poderá ser comparada com outras tentativas de assassinato de oficiais alemães. Na linha até do golpe semelhante evocado em Valquíria [ler crítica], de Brian Singer, com Tom Cruise a mostrar ganas de matar Hitler, apesar de envergar o mesmo uniforme. Mesmo que a comparação seja merecida, também para aí, já que o resultado é bem menos conseguido. A começar por um guião em que Ellis divide com Eddie Frewin, mas onde fica de fora parte de uma motivação que ligue o público a algo que quase se assemelha a uma missão suicida. O que nos dias de hoje motiva algum erguer de sobrolho.

Mais duvidosa é a escolha de Cillian Murphy e Jamie Dornan, ambos atores irlandeses, que terão de usar o seu melhor sotaque eslavo para interpretar os heróis e mártires checos Josef Gabcík e Jan Kubis, dois dos resistentes para-quedistas enviados pelo governo checo exilado em Londres para levar a cabo essa missão letal. Reza a história que depois dessa missão não integralmente cumprida ficariam barricados numa igreja ortodoxa em Praga durante várias horas diante de fogo intenso alemão. Depois da calmaria, é a oportunidade para Ellis desencadear aí um momento digno de Call of Duty, tal é a barreira de fogo instalada.

O muito brit, e sempre eficaz, Toby Jones, cumpre também num breve papel como o contacto da resistência checa. A este grupo junta-se ainda um motivo romântico para os dois resistentes, na figura de Charlotte LeBon e Anna Geislerová, elas próprias membros da resistência local.

Após uma evolução preparatória demasiado lenta, destinada a dar melhor conhecimento destes homens, o golpe lá se dá. E aí vemos também Dornan e fazer o que pode fazer ser credível como homem de ação. Precisamos de esperar mais de uma hora para que a ação desça para a igreja e as catacumbas em que os resistentes se entrincheiram para um “showdown” final que inevitavelmente nos recorda o sangrento Alamo, de 1960, com John Wayne e Richard Widmark a encabeçarem o grupo de soldados numa luta até à morte para se opor ao exército mexicano. As comparações também ficam por aqui, pois nem Murphy nem Dornan conseguem escapar a uma modestíssima prestação que quase parece talhada para televisão.

Até se percebe o interesse local que Anthropoid possa ter para o público checo, embora o desejo de alcançar uma mais larga audiência, só mesmo apostando nos nomes em cima dos créditos para transportar esse fardo. É que a tarefa não se apresenta nada fácil.

O melhor: O recuperar de um episódio de guerra verídico algo desconhecido do grande público

O pior: O resultado fica muito aquém das legítimas expetativas

 

Paulo Portugal

Idris Elba aposta na realização

O ator Idris Elba, que de momento encontra-se presente na rodagem de The Dark Tower, poderá estrear na realização com Yardie, uma história que envolve narcotráfico.
 
Baseado num livro homónimo de Victor Headley, Yardie remete-nos a uma "mula de droga" que vai até Jamaica para carregar uma nova carga de cocaína, mas ao invés de repassar para o seu chefe em Londres, decide ficar com a mercadoria. O argumentista Brock Norman Brock (Bronson) tem a tarefa de escrever o guião. Até à data não existe nomes para o elenco, porém, é bem provável que Idris Elba atue. 
 
Recordamos ainda que The Dark Tower (A Torre Negra), o filme em que o ator participa atualmente, é a adaptação de uma série literária de Stephen King (em Portugal é editado pela Bertrand). A intriga leva-nos a um western futurista, onde um pistoleiro segue ao encontro da chamada Torre Negra, a fim de preservar o seu mundo em ruínas.
 
Nikolaj Arcel (Um Caso Real) será o realizador, e Idris Elba protagoniza como o pistoleiro Roland Deschain de Gilead, um papel que já havia sido proposto a atores como Daniel Craig, Christian Bale, Viggo Mortensen e Javier Bardem. Matthew McConaughey será o vilão do filme. 
 
The Dark Tower tem estreia prevista para fevereiro de 2017.
 
 

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