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«Warrior» (Combate entre irmãos) por Carla Calheiros

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Não me canso de dizer que não há desporto cujas adaptações ao cinema sejam tão emocionais e bem sucedidas como os de luta, sobretudo o boxe. No caso específico de “Warrior”, trata-se de Artes Marciais Mistas, género popularizado sobretudo pela UFC (Ultimate Fighting Championship).
 
Em “Warrior” acompanhamos uma família completamente destroçada. O pai, Paddy, um ex-Marine e ex-alcoólico, procura uma velhice de redenção. É aqui que reencontra Tommy, um dos seus filhos que não via há 14 anos. Pelo meio conhecemos Brendan, o outro filho de Paddy, um simples professor casado e com duas filhas, que está prestes a ficar sem casa, e que vai lutando em lutas ilegais para conseguir mais algum dinheiro.  
 
Ao longo do filme vamos conhecendo mais alguns pormenores do que estilhaçou esta família, e as opções que cada um tomou na vida, sobretudo Tommy, que acaba por ser a mais enigmática das personagens.
 
Assim, ambos os irmãos treinam separadamente, sem saberem, para o torneio Sparta, uma competição selvagem ao estilo da UFC, mas com um atractivo prémio de 5 milhões de dólares. E pronto, não vale a pena dizer muito mais sobre o filme. 
 
Depois de “Pride and Glory”, o realizador Gavin o’Connor volta a mergulhar em complexas tricas familiares em “Warrior”. Entre os actores destaque para o Tom Hardy (“Inception” – A Origem) e Joel Edgerton (“The Thing” – A Coisa), no papel dos dois irmãos, bem como o regresso de Nick Nolte no papel de Paddy. 
 
Com cenas de luta excelentemente coreografadas, e realismo quase inquestionável, Gavin o’Connor poderia ter fugido ao cliché de «Rocky» da máquina de destruição soviética, desta vez com Koba, interpretado pelo wrestler Kurt Angle. 
 
Mesmo assim, “Warrior” é um filme de luta interessante, com bons momentos de ação e drama, e que acaba por ser uma agradável surpresa que chega às salas de cinema neste início de ano. 
 
O Melhor: A construção dramática do filme. 
 
O Pior: Há clichés que se podem evitar como a máquina de destruição soviética. 
 

 
 Carla Calheiros
 
 


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