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Serviço de streaming da Disney só com conteúdos "para toda a família"

A Deadline revelou mais alguns detalhes do serviço de streaming que a Disney está a desenvolver e uma coisa é bem percetivel: apesar de ter adquirido a Hulu no negócio com a 20th Century Fox, este serviço da Disney será totalmente novo e construído mais ou menos no mesmo registo de conteúdos "familiares" que os seus canais já têm.

Esta plataforma OTT começará como um serviço exclusivo para os EUA, estando prevista posteriormente a sua expansão internacional. Nele não haverão os denominados filmes ou séries com classificação etária para maiores de 17 anos (o chamado R, nos EUA). Esses projetos da Disney serão sim distribuídos via Hulu. As séries atualmente a serem exploradas por outras empresas - como Jessica Jones, Punisher, Iron Fist, Daredevil, etc - continuarão na Netflix.

A publicação avança ainda que o objetivo  para o serviço no primeiro ano é desenvolver quatro a cinco filmes originais e cinco séries de TV. Em média, a Disney está disposta a gastar entre 25 e 35 milhões por cada série de 10 episódios, podendo este valor chegar aos 100 milhões em projetos "especiais". Algumas das séries previstas para serem trabalhadas pelo gigante estão ligadas a material já com créditos firmados, como High School Musical, Monsters Inc, um super-herói da Marvel e Star Wars.

No lado dos filmes, podemos esperar projetos como Don Quixote, a partir de um guião de Billy Ray; A Dama e o Vagabundo; The Paper Magician; Stargirl (dirigido por Julia Hart); e Togo (dirigido por Ericson Core). Magic Camp (dirigido por Mark Waters) e Noelle (dirigido por Mark Lawrence) são também certos.

Em outros projetos em desenvolvimento prioritário estão 3 Homens e um Bebé; A Espada Era a Lei; e Timmy Failure, o último dos quais com o diretor de Spotlight, Tom McCarthy, na equipa criativa.

 



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