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Amazon avançará com a série «O Senhor dos Anéis»

A Amazon Studios confirmou que irá transformar O Senhor dos Anéis numa série televisiva. A criação do escritor e professor britânico J.R.R. Tolkien já rendera duas adaptações cinematográficas, uma animação de 1978, e uma trilogia de Peter Jackson (2001 – 2003) que vencera no total mais de 17 Óscares, incluindo o de Melhor Filme com o último capítulo – O Regresso do Rei. O estúdio prometeu uma nova abordagem, assim como novas narrativas ao material escrito. 

Esta transportação da saga para o pequeno ecrã pela Amazon terá ainda a colaboração da New Line Cinema (a produtora que levou O Senhor dos Anéis aos cinemas), a Tolkien Estate and Truste e ainda a Harper Collins, a editora de Tolkien gerida pelos herdeiros do legado.

«Rodin» por Hugo Gomes

  • Publicado em Critica

O maior de todos os críticos de arte, é incontestavelmente o tempo, e é graças à sua apreciação que muitas das criações do escultor August Rodin foram consagradas até aos dias de hoje. Inevitavelmente, a figura por detrás do Pensador e da estátua de Balzac, serve de ensaio para uma cinebiografia encomendada, e para lugar de “tarefeiro” surge-nos um dos nomes mais subvalorizados do cinema francês, o veterano Jacques Doillon (Ponette, Le Petit Criminel), e como encarnação do artista, Vincent Lindon em mais uma fusão de homem à deriva.

À deriva nos sentimos desde os primeiros planos em que deambulamos no atelier de Rodin, com o ator a dar graças por este desempenho carrancudo e de sedução frívola. Tal como o ofício, Rodin (filme) vai-se construindo desde passos deliciados e cuidadosos até a arranques grosseiros e pesarosos, há uma essência de distorção da arte de esculpir, com a paciência mas sem a devida dedicação à criação que nasce perante os sonhos do Homem. Como biografia, Rodin é derrocada, emancipada do seu espectador, que poderá indiciar um tom de autodidatismo quase pedante. Esquecemo-nos da sua jornada e a História é citada como aquário de vida artificial. Até mesmo quando se é inserido um conflito em toda esta veia, desde a “rivalidade” com a sua paixão e igualmente escultora Camille Claudel (mais talentosa do que aquilo que o filme pressupõe), até à obsessão balzaquiana que vai auferindo uma certa instigação "truffautiana", obviamente, endurecida como uma sugestão e não um vínculo avante.

Por entre ateliers, outdoors, mansões e noites de prazer, Rodin esbarra no vazio da sua própria demagogia. No final da sessão de apresentação à imprensa no Festival de Cannes, alguém grita de pulmões plenos, dirigindo aos créditos finais e de certa forma, se dirigindo ao Mundo: “que cinema mais velho!”. Mais do que isso, mais do que essa impressão em frente aos velhos do Restelo, Rodin é cinema obsoleto, quieto no seu tempo, sem a mínima noção de criação. O tempo, como crítico, nos dirá se a obra de Jacques Doillon será um dos persistentes, mas as apostas deste lado apontam para uma resposta negativa. 

Hugo Gomes

Hugh Jackman de volta aos musicais com novo trailer de «The Greatest Showman»

Hugh Jackman regressa ao género musical com The Greatest Showman, um filme de Michael Gracey inspirado na vida de P.T. Barnum, um dos maiores empresários do ramo do entretenimento do sec XIX e fundador do Ringling Bros. and Barnum & Bailey Circus.

No elenco podemos ainda contar com Zac Efron, Zendaya (Spider-Man: Homecoming), Rebecca Ferguson (The Girl on the Train) e Michelle Williams. Com estreia prevista para dezembro nos EUA, escusado será dizer que é um dos possíveis candidatos a brilhar no awards season (temporada de prémios). 

Gal Gadot recusa fazer «Wonder Woman 2» se Brett Ratner mantiver na produção

A Page Six indicou a possibilidade da atriz Gal Gadot recusar participar na sequela da “Mulher Maravilha”, caso Brett Ratner não seja afastado do projeto.

Ratner, produtor e realizador que tendo sido recentemente acusado de assédio sexual e má conduta profissional, é um dos integrantes da RatPac-Dune Entertainment, companhia de produção que tem cofinanciado com a Warner Bros todo o franchise envolta da DC Comics. A fonte revela que a Warner Bros. apoia a posição da “Mulher Maravilha”, apesar de ter negado qualquer indicio de chantagem e que Gadot já havia assinado a continuação muito antes de todas estas revelações.

Recordamos que são ao todo seis mulheres que acusam o produtor e realizador Ratner, incluindo Olivia Munn e Natasha Henstridge.

Brett Ratner

Henstridge, famosa no cinema por filmes como Species, relatou que o caso aconteceu quando ela tinha 19 anos de idade e ainda era apenas modelo. Segundo ela, Ratner obrigou-a a praticar sexo oral. A atriz afirmou ainda que se sentiu compelida a apresentar sua história, já que as mulheres em Hollywood continuaram a falar sobre suas experiências de assédio sexual no rescaldo dos casos Harvey Weinstein e James Toback.

Já Olivia Munn (XMen: Apocalypse) afirmou que Ratner masturbou-se na frente dela no set do filme Golpe no Paraíso (2004). O incidente já tinha sido detalhado nem 2010 em Newsroom, sem que o nome do realizador viesse à baila.

Mais recentemente, a atriz Ellen Page revelou na sua página de Facebook que durante a sua experiência na rodagem de X-Men: O Confronto Final, foi constantemente confrontada com aclamações homofóbicas por parte de Ratner.

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