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Melancolia à beira-mar: uma conversa com Jean-François Laguionie

O realizador francês é um dos mestres da animação no seu país e concedeu à competição da Monstra deste ano um dos seus filmes mais contemplativos. Louise en Hiver é uma melancólica meditação sobre o envelhecimento e a solidão daí inerente.

Pela terceira vez em Lisboa (na penúltima teve no festival de animação português o seu magnífico Le Tableau), o cineasta de 77 anos, já premiado em Cannes, Annecy e nos Cesar, conversou com o C7nema, justamente, sobre o ato de envelhecer... "O filme fala, evidentemente, da velhice – mas também da revolta pessoal contra a sensação de abandono que ocorre nesta idade".

Estreado comercialmente em França em novembro do ano passado, conta a história de uma idosa (voz de Dominique Frot) que perde o último comboio de volta para casa numa cidade litorânea. Aos poucos, vai se apercebendo de que ficou sozinha na localidade e não tem meios para sair dali. A partir daí o enredo mistura os seus esforços para contornar a situação e o afeto por um cão igualmente solitário com as suas lembranças. "É um acaso de vida que pode acontecer a todos. A partir dai ela não aceita essa situação e vai tentar resistir."

O projeto vem de um livro homónimo do próprio realizador que, no entanto, lançou vários filmes antes de decidir adaptar o texto – inspirado, sobretudo, no processo de envelhecimento da mãe. As recordações da protagonista, por seu lado, conferem uma graça especial na evolução da trama. "Quanto mais velho ficamos mais temos a tendência a pensar na infância, na juventude. Louise pensa em quando era menina e nos momentos que passava com a sua avó", diz. Pelo caminho, sobra tempo para breves contatos com o amor, a morte, a separação.

Uma referência explícita é a da história de Robinson Crusoé – mas o foco, definitivamente, não é o da aventura. "A única aventura que existe é a do comboio", observa Laguionie. "O resto é um diário que escrevemos quando somos novos, para contar as nossas impressões diárias e onde ela conta essas descobertas, a sua relação com a natureza, com os animais... Ela agora vai poder explorar tudo sobre ela mesma, pois tem tempo".

Louise en Hiver não tem previsão de lançamento em Portugal.

Morte às fórmulas e um "viva" à diversidade: arranca hoje (16/03) a Monstra

"A arte pura está em conseguir nos emocionar de uma forma profunda não tendo que utilizar artifícios e fórmulas que estão sempre a repetir-se no cinema comercial". Quem o diz ao C7nema é Fernando Galrito, o criador e diretor da Monstra.

Assim, sob o signo da diversidade estética e temática, começa hoje o maior festival de animação português. A 17ª edição da Monstra decorre entre 16 e 26 de março, em Lisboa, e vai exibir 565 filmes vindos de 68 países. A Itália, país homenageado este ano, terá mais de uma centena de títulos exibidos, enquanto Portugal, que terá diversos trabalhos nas competições de curtas-metragens, contará com 20 obras – entre as quais três antestreias mundiais.

O conglomerado Disney/Pixar e o esgotamento do mercado

Pelo seu poderio económico e logístico a animação "blockbuster" é a maior referência popular do cinema de animação, mas hoje em dia abusando de repetições que demonstram um claro esgotamento criativo. "Nada contra eles, mas a verdade é que a Disney e a Pixar esgotaram o mercado e engoliram tudo a volta deles – compraram as empresas todas e não sobrou quase nada", lamenta Galrito.

Entre os grandes destaques da Monstra estão os filmes em competição que denotam, justamente, que a criatividade continua solta nos circuitos alternativos. É o caso de Minha Vida de Courgette, que esteve entre os cinco nomeados ao Oscar na categoria e tem antestreia nacional com a presença do realizador Claude Barras.

"Apesar do tema forte, sobre órfãos, é um filme que pode ser apreciado pelas crianças", diz o criador e curador da Monstra. "Tive muita pena dele não ter ganho o Oscar, já que o filme que ganhou não é, nem de perto nem de longe, comparável em termos de dimensão artística ou estética".

Diga não aos "plot points"

Os argumentistas profissionais sabem bem o que são os "plot points" – um artifício utilizado no cinema mainstream para determinar os momentos específicos para cada sentimento (de tristeza, de humor) ou viragem no enredo.

Esse reducionismo à dinâmica da arte de contar histórias não acontece em Louise à Beira-Mar, outro filme da competição. "Temos uma história quase em linha reta e, no entanto, sentimos uma grande diversidade de emoções com aquela mulher que vive ali naquela cidade abandonada... E quase não precisa de diálogos, o filme não precisa explicar-se, as suas ações dizem tudo".

Por trás do projeto está Jean-François Laguionie, do magnífico "Le Tableau" – também presença confirmada no festival.

Os iranianos não são terroristas

Um dos lemas mais perenes da Monstra é o seu compromisso com a busca da tolerância, sempre baseado na crença do seu idealizador de quanto melhor se conhecer a cultura alheia, menos temível ela parecerá.

Esta é a via temática do canadiano Window Horses, de Ann Marie Flemming, igualmente em competição, que conta a história de uma jovem poetisa que sonha viajar para Paris. Em vez disto ela vai parar ao Irão, onde irá descobrir não só as suas origens pessoais como uma cultura milenar e sofisticada.

"Estamos sempre com medo das outras culturas", observa Galrito. "Hoje em dia basta vermos uma pessoa com uma pele mais escura e uma barbicha e, certamente, ele carrega uma bomba dentro da mochila. O que descobrimos indo ao Irão é uma civilização milenar, muito anterior à nossa".

Enquanto isso, no Japão, nem tudo são "ghiblis"...

O Hino do Coração, de Tatsuyuki Nagai, traz outro tipo de variedade – neste caso uma variação ao padrão Ghibli, uma das grandes referências internacionais da animação japonesa. "É um drama juvenil forte, com uma dimensão humana muito forte e uma estética muito própria – que foge ao padrão dos estúdios japoneses de referência. É bom haver outros olhares dentro do país".

Os italianos somos nós

Mr. Rossi representa o italiano médio: à sua maneira, ele questiona a desorganização do seu país, a sua política e os seus serviços – terminando por encontrar verdades transversais a todos os povos. Ele é uma criação de Bruno Bozzetto, ícone histórico do cinema italiano e um dos convidados especiais da Monstra.

O realizador por um dos grandes clássicos da animação dos anos 70, definido por Galrito como "exuberante e felliniano", Allegro non Troppo – uma paródia "dark" e sarcástica de "Fantasia", da Disney.

Já a vertente da provocação política da obra de Bozzetto encontra ecos na novíssima geração – representada numa vasta mostra do cinema italiano contemporâneo. É o caso de nomes como Simone Massi e Gianluigi Toccafondo, quase "neorrealistas" na sua abordagem das classes mais desfavorecidas. Já de uma geração intermédia, o destaque é Enzo d'Aló.

A programação completa do festival pode ser encontrada aqui.

Diretora do Fantasporto: “12 anos de Rui Rio destruíram a cultura no Porto”

Beatriz Pacheco Pereira, uma das diretoras do Fantasporto, que está a decorrer desde o dia 20 de fevereiro e termina dia 5 de março, não poupou críticas ao ex-presidente da Câmara do Porto – numa altura em que um dos mais tradicionais festivais de cinema portugueses sofre para sobreviver. Em conversa com o C7nema, ela criticou ainda a disparidade na distribuição de fundos para festivais ("Lisboa come os fundos todos e não sobra nada para o resto do país") e relembra que o Fantas "nunca foi um festival de terror. Essa é uma ideia errada".

Lisboa e os fundos para festivais

"O apoio estatal aos festivais de Lisboa cresceu muitíssimo nos últimos anos e muitas vezes eles têm as despesas pagas pelas autarquias, para além de outras benesses e, claro, uma população de 3 milhões de habitantes. Só artificialmente se aguentam, pois um festival é uma estrutura complexa, precisa de uma série de requisitos. Em Lisboa há muitos festivais que existem e estão a comer todos os recursos para eventos do país. Além disto, quando a Câmara de Lisboa deixar de apoiar estes festivais eu não sei se eles serão sustentáveis.

No Porto a coisa é muito diferente.  Aqui assistimos a destruição de quase todas as salas de cinema da Baixa e restaram em atividade um cinema pornográfico, o Coliseu e o Rivol". Há uma tentativa de reativar o Trindade. O Batalha está espera de recuperação arquitetónica há anos." 

A destruição da cultura no Porto

"É evidente que foram muitos anos de apatia por parte do presidente da Câmara. O Rui Rio tinha uma posição muito estranha em relação à cultura. Ele disse que sempre que lhe falavam em cultura "pego na calculadora" – e quem diz isso publicamente certamente não está interessado em cultura.

Durante os 12 anos que esteve na Câmara morreram companhias de teatro, festivais, as pequenas companhias teatrais desapareceram quase todas, havia um festival grande de música celta, outro de jazz, tudo desapareceu. Também havia um ligado ao teatro marionetes que está muito enfraquecido.

Antes houve o Porto 2001, uma grande oportunidade perdida, havia a raiz para várias coisas que podiam ter evoluído e nada foi à frente. Só restou a Casa da Música."

Lutando por "coisas ridículas"

"Quando não há uma política é escusado pensar que os independentes têm uma vida fácil. O Fantasporto foi escapando à mudança das autoridades tutelares, há um empenho de resistência, de teimosia, de lutar contra ventos e marés, que eu creio que já não existe essa necessidade em Lisboa. Não precisam de lutar, têm tudo. Nós precisamos lutar por coisas ridículas, como uma passadeira vermelha que, aliás, não nos deixaram pôr em frente ao Teatro Rivoli."


O Rivoli volta a ser a casa do Fantasporto

Prestígio internacional... mas sem patrocínio

"O Fantasporto é simbólico porque nasceu na cidade e saiu para o mundo e agora é o mundo que vem ao Porto. E é simbólico também porque eu sei que temos uma grande projeção internacional. Agora isso tem de ser mais realista. Não adianta ter prestígio se não tivermos patrocinadores. Há três anos que temos problemas para arranjar patrocínio. A Unicer há 30 anos que é o nosso patrocinador mas foi baixando muito. Não tem nada a ver com o que já foi."

"Nunca fomos um festival de cinema de terror"

"É uma ideia falsa pensar que somos um festival de cinema de terror. Nós nascemos ligados ao fantástico, foi sempre muito amplo. Nos primeiros anos passamos animação, ficção científica, recusamos terror. Fomos integrando este género porque pertencíamos à Federação do Cinema Fantástico e começamos a passar alguns dos seus filmes.

Já em 1991 nós inventamos a Semana dos Realizadores, algo inédito para um festival de género, e nos tornamos mais generalistas. Tentamos seguir os filmes, não exatamente as modas no sentido de dar ao púbico o que seria mais fácil.

Houve muitas pessoas que estranharam. Ainda hoje há muita gente que insiste em nos chamar Festival de Cinema Fantástico do Porto quando nós, de facto, somos há mais de 20 anos o Festival de Cinema do Porto. O único critério é a qualidade. O fantástico está na matriz e no nome, mas nós já não estamos restritos a esse nicho há muito tempo."

Cinema do nosso tempo

"Continuamos a ter cinema fantástico, até porque temos uma competição. Há, por exemplo, The Evil Within, um excelente filme de terror. Mas a preocupação maior foi trazer filmes que abordassem problemas concretos – daí este ano termos o tema 'cinema do nosso tempo'. Trabalhos como The Net, por exemplo, que é de um realizador consagrado (Kim Ki-Duk), abordam o problemas das duas Coreias, enquanto o brasileiro A Repartição do Tempo, que é um filme que vale a pena ser visto, é sobre a burocracia e o funcionalismo público."

Sundance abre hoje (19/01) focado no clima: “queremos salvar o mundo”

O festival criado por Robert Redford é a maior referência do cinema independente americano e um dos mais prestigiados internacionalmente. Velhos e novos nomes do mainstream hollywoodiano unem-se em projetos alternativos – particularmente na seção Premiere, enquanto trabalhos vindos de todas as partes do mundo compõe uma ampla mostra de cinema. O programa "New Climate" e o filme de abertura mostram um evento fortemente conectado com a questão climática. O festival abre hoje em Park City, no Utah, e decorre até dia 29 de janeiro. A muitas milhas de quilómetros, só resta saborear de longe as novidades e imaginar quão poucas chegarão a terras lusas...

Salvar o mundo... ou "morrer a tentar"


An Unconvenient Sequel

Um dia antes da América embarcar em tempos que se advinham politicamente sombrios (Donald Trump toma posse dia 20), Sundance abre com um Al Gore muito otimista em relação ao futuro. Pelo menos no que se refere à questão energética. An Unconvenient Sequel (de Bonni Cohen e Jon Shenk) traz, dez anos depois, uma continuação do documentário An Unconvenient Truth, onde o ex-vice-presidente democrata fazia um alerta sobre a grave crise ambiental.

Em entrevista ao New York Times, Robert Redford afirmou que o seu festival não tem política ("seria um erro", disse), mas um dos seus programadores, Trevor Groth, foi menos contido. "Queremos mudar o mundo... ou pelo menos morrer a tentar!".

De velhos humanos e novas tecnologias...

Em termos de destaques da programação, pode-se começar com o anfitrião: em The Discovery, Redford junta-se a Jason Segel e Rooney Mara para uma "love story" com contornos de sci-fi passada num mundo onde a vida extraterrestre tem existência comprovada pela ciência. Terceira idade e tecnologia também em Marjorie Prime, com Jon Hamm, Geena Davis e Tim Robinson, onde uma idosa tenta reconstruir a sua vida com apoio de um computador e da inteligência artificial, enquanto outro encontro de gerações se dá em The Last Word, que une Shirley MacLaine, Amanda Seyfried e Anne Heche.

...a comédias leves e tragicómicas...


Beatriz at Dinner

Em Beatriz at Dinner há Salma Hayek, John Lithgow e Chlöe Sevigny numa comédia onde uma praticante de medicina holística frequenta o jantar de um cliente rico; os veteranos Holly Hunter e Ray Romano, por seu lado, fazem par na comédia romântica The Big Sick e The Polka King tem Jack Black, Jason Schvartzman e Jacki Weaver na reconstrução biográfica e tragicómica do "rei da polka" na Pennsylvania, o também embusteiro profissional Jan Lewan.

...passando por épicos literários...

Mudbound traz Carey Mulligan, Jason Clarke, Mary J. Blidge, Garrett Hedlund, entre outros luminares, para compor um épico baseado numa história de duas famílias passada em Memphis após a 2ª Guerra Mundial – baseado no best-seller homónimo de Hilary Jordan.

Nicholas Hoult aparece ao lado de Kevin Spacey em Rebel in the Rye, um episódio biográfico de J. D. Salinger, autor de um dos grandes clássicos da literatura norte-americana, Catcher in the Rye (Uma Agulha num Palheiro). Hoult protagoniza ainda o drama romântico Newness – onde faz par com a catalã Laia Costa.


Newness

Escritores misteriosos também em Sidney Hall, que conta a história de um jovem escritor de sucesso (Logan Lerman) que desaparece da vida pública. Elle Fanning, Kyle Chandler e Michelle Monaghan são outros nomes do elenco.

Da Europa vem Call me by Your Name (baseado na novela de André Aciman, que narra o romance homossexual entre dois jovens), uma coprodução franco-italiana realizada por Luca Guadagnino, o mesmo do intenso A Bigger Splash – com argumento do veteraníssimo James Ivory. Armie Hammer protagoniza.

...e almas solitárias...

Where Is Kyra? reúne Michelle Pfeiffer e Kiefer Sutherland e apresenta a conexão entre duas almas marcadas pela extrema solidão; em Wilson Woody Harrelson é um misantropo e aficionado por cães que descobre ter uma filha adolescente que nunca conheceu e embarca na tentativa de ter uma família; Laura Dern é a sua esposa.

...com espaço para statements artísticos...


Manifesto

Das propostas mais radicais é Manifesto, onde Cate Blanchett entra numa obra do artista alemão Julian Rosenfeld, especialista em instalações com imagem e vídeo, onde assume 13 diferentes performances pela história dos "manifestos" – começando pelo Comunista de Karl Marx, passando pelo Futurista de Tommaso Marinetti e terminando com Jim Jarmusch e o seu Golden Rules of Filmaking.

...enquanto pelo mundo afora...

Na seção World Dramatic a "síndrome de Estocolmo" vira Berlin Syndrome no novo trabalho da australiana Cate Shortland depois do estupendo Lore. Novamente passado na Alemanha, conta a história de uma turista (Teresa Palmer, a sósia mais bonita da Kristen Stewart) trancafiada num apartamento por um apaixonado obsessivo.

Já do Brasil aparece Don't Swallow My Heart, Alligator Girl! (título internacional espalhafatoso para o mais modesto "Não Devore o meu Coração" do original) – filme de Felipe Bragança que não só convenceu os programadores de Sundance como os do Festival de Berlim – onde será exibido em fevereiro. O enredo trata de um romance adolescente na fronteira entre Brasil e Paraguai – onde se desenrola uma disputa por terras entre grupos rivais. Estrelado por Cauã Reymond e com participação de Ney Matogrosso.


The Wound

Também selecionado para a Berlinale é The Wound, obra de estreia do sul-africano John Trengove que aborda uma infinidade de temas – desde o conflito entre tradições ancestrais e modernidade, a questionamentos da identidade sexual e homossexualidade numa remota comunidade africana.

Terrores artísticos

Sundance traz ainda a sua prestigiosa mostra de documentários, dividida entre as seções "World Dramatic" e "Documentary Premieres", enquanto a "Next" tenta antecipar novas tendências e a "New Frontier" dedica-se a trabalhos mais experimentais. Destaque ainda para a seção "Midnight" – reunindo uma das vias do cinema contemporâneo – a fusão de terror com arthouse.

Um toque português

Depois de ter sido exibida numa dezena de festivais, os portugueses André Santos e Marco Leão vão apresentar a curta-metragem "Pedro", na competição oficial.

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