Menu
RSS

Vídeo de Ryan Reynolds mostra como é trabalhar com Michael Bay

Naquele que será o seu projeto com maior orçamento, a Netflix em parceria com a Skydance Media vai distribuir Six Underground, um thriller de ação que Michael Bay irá dirigir com Ryan Reynolds no protagonismo. 

As filmagens já estão a decorrer e Ryan Reynolds fez um vídeo onde parodia sobre como é trabalhar com Michael Bay: "A melhor parte de filmar com Michael Bay não sei, muitos diriam 'a ação', mas para mim é principalmente esta tranquilidade, estes momentos de sossego", diz o ator, enquanto em fundo vamos vendo carros e motas a voar, explosões e o caos!

Vale a pena referir que este filme tem um orçamento na casa dos 150 milhões de dólares e chega à Netflix em 2019. 

Desenvolvido pela Skydance a partir de um guião dos roteiristas da Deadpool, Paul Wernick e Rhett Reese, Six Underground é definido como um filme de uma "missão". 

"Cansei-me de ver como as mulheres são retratadas nos filmes", diz Paul Feig (Um Pequeno Favor)

Numa entrevista ao The Independent, o realizador Paul Feig - cujo Um Pequeno Favor chegou esta semana às nossas salas de cinema - afirmou que nunca procura personagens femininas fortes para os seus filmes, até porque não gosta desse termo: "É um termo bidimensional. Eu gosto de mulheres que são fortes e fracas e engraçadas e vulneráveis ​​e com medo".

O realizador de filmes como Bridesmaids (2011) e Ghostbusters (2016) deu ainda a entender que as personagens "femininas fortes" só o são assim chamadas porque são extremamente multifacetadas, como as duas protagonistas de Um Pequeno Favor,  Stephanie, interpretada por Anna Kendrick, e Emily (Blake Lively). “Cansei-me de ver como as mulheres são retratadas nos filmes. São tão mal [retratadas], especialmente nas comédias. Basicamente, são adereços ", diz Feige.

Conhecido por comédias mais "frontais", aqui esse género joga lado a lado com o mistério, como se estivessemos perante uma versão cómica de Gone Girl - Em Parte Incerta. Para o cineasta a mistura dos elementos faz todo o sentido: "É um género inerentemente absurdo (...) e há tantas voltas e mais voltas. Mas eu gosto que as pessoas riam. Quero sempre que o público sinta que podem se divertir. "

Ghostbusters

Feig ainda não digeriu completamente as críticas e os ataques que o filme sofreu mal foi anunciado. O diretor admite que eu não tinha percebido que tinha pisado "um ninho de vespas" repleto de veneno dos fanboys quando em 2016 assumiu o reboot da franquia e lançou quatro mulheres no protagonismo.

O trailer tornou-se num dos mais odiados da história do YouTube, repleto de comentários misóginos e racistas, muitos deles publicados a mando de Milo Yiannopolous, figura da ALT Right que foi (eventualmente) banido do Twitter. "Tornou-se uma coisa política. Por isso que nós não tivemos resultados nas bilheteiras como deveríamos, porque é um filme divertido de verão" afirmou, acrescentando que a sua experiência nesse filme abriu-lhe os olhos. Para ele, essa não era a reação normal da comunidade nerd, mas de algo  mais sinistro que ele rotula como uma abordagem “Trump” de “destruír a todo custo, arruinar”.

O futuro?

A Feigco - empresa de produção do cineasta - está atualmente a ultimar os trabalhos de Someone Great, uma comédia romântica da Netflix escrita e dirigida por Jennifer Robinson e protagonizada por Gina Rodriguez (Jane the Virgin).

Feig também prepara a a Powderkeg, uma nova empresa de conteúdo digital especificamente criada para apoiar vozes pouco ouvidas, trabalhando atualmente em East of LaBrea, uma série para a web sobre a experiência muçulmana-americana. Para o realizador e produtor, fazer filmes é um negócio caro e os estúdios, acima de tudo, hesitam em arriscar em novas vozes. A Powderkeg, ele espera,  abrirá caminho entre as vozes menos ouvidas da sociedade e as grandes produções.  "Se não conseguirmos ampliar o espectro dando empregos às pessoas para que elas possam dar nas vistas aos olhos de um estúdio, nada vai mudar", diz Feig. 

António Cordeiro diagnosticado com doença grave e incurável

 

O ator português António Cordeiro foi diagnosticado com uma doença grave e incurável, que lhe vai condicionando progressivamente a fala e os movimentos. A notícia já tinha sido avançada em agosto pela TV7 Dias, que mencionou ainda que a incapacidade provocada pelo seu estado de saúde o tem feito passar por dificuldades financeiras. Agora, no programa de entrevistas Alta Definição de Daniel Oliveira - que será exibido na RTP no próximo sábado - o ator falou mais aprofundadamente do tema.

Conhecido do grande público principalmente pelo seu trabalho na TV, em especial pela participação em telenovelas e séries como Claxon, Major Alvega ou até Duarte e Companhia, António Cordeiro pôde ser visto recentemente no Cinema em Índice Médio de Felicidade de Joaquim Leitão.

 

Joaquin Phoenix sobre o desafio de ser Joker: "não penso muito sobre o que as pessoas pensam"

Uns dias depois do realizador Todd Phillips (A Ressaca, War Dogs) ter publicado a sua primeira imagem oficial como Joker,  Joaquin Phoenix falou pela primeira vez desse papel. O ator - que anda a promover The Sisters Brothers - afirmou (via Indiewire) que está um pouco preocupado com esses compromissos de marketing, pois o ideal é poder focar-se numa coisa e não promover um filme enquanto se prepara para outro.  

Já sobre a pressão de assumir uma personagem que já passou pela pele de Jack Nicholson, Heath Ledger e Jared Leto, Phoenix diz que realmente não pensa muito sobre os que as pessoas pensam e que a sua abordagem aos projetos é sempre a mesma: "O que me interessa é o cineasta e a ideia da personagem".

Curiosamente, no início do verão, Phoenix disse ao Collider que estava intrigado com filmes que mostravam “personagens de histórias de banda-desenhada que eram realmente interessantes e mereciam a oportunidade de serem estudadas”. Presentemente, é mais contido no desafio, sem nunca se preocupar com o facto de estar a trabalhar num eventual blockbuster, algo incomum na sua carreira. "Se há algo que aparece único, então não me importo realmente com o género ou orçamento (...) Essas coisas não são importantes (...) O que me interessa é examinar as pessoas. (...) É química, é como o que você procura num amante. Sabes logo quando isso acontece."

 
 
 
Ver esta publicação no Instagram

Arthur.

Uma publicação partilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) a

Recorde-se que em foco nesta produção estará como o Joker se tornou um barão do crime. Robert De Niro será um apresentador de um talk show que desempenha um papel importante na condução da personagem de Phoenix à loucura. Zazie Beetz e Marc Maron também estão no elenco.

O filme chega aos cinemas a 4 de outubro de 2019.

Contactos

Quem Somos

Segue-nos