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Morreu o ator belga Serge Larivière

Morreu aos 60 anos o belga Serge Larivière. As causas da morte do ator não foram especificadas pelo seu agente, que adiantou a notícia à comunicação social no passado sábado. 

Nascido a 12 de dezembro de 1957, Larivière participou em mais de seis dezenas de projetos no Cinema e na TV desde 1994. Entre os filmes que se destaca a sua participação, realce para dois trabalhos de Jaco Van Dormael, o recente Deus Existe e Vive em Bruxelas (2016) e Sr. Ninguém (2011).

Trabalhou ainda em Golpe a Golpe (2005) de Constantin Costa-Gavras, O Silêncio de Lorna (2008) dos irmãos Dardenne e Séraphine (2008) de Martin Provost. Um dos seus últimos trabalhos foi uma pequena participação em A Floresta, minissérie que pode ser vista na Netflix.

 

"Game of Thrones" & "Star Wars" inspiram britânicos na hora de dar nome aos filhos

A série Game of Thrones (Guerra dos Tronos) continua a ser inspiração para os pais que querem dar nome aos seus filhos, segundo um peça da BBC.

Em Inglaterra e no País de Gales, cerca de 343 recém-nascidos foram nomeados de Arya, a personagem interpretada por Maisie Williams na famosa série. Já Khaleesi (Emilia Clarke) surge em 76 meninas nascidas em 2017, enquanto três crianças foram chamadas de Daenarys e várias com o nome Sansa, outra figura da série interpretada por Sophie Turner. Nos rapazes, 11 bebés receberam o nomem Tyrion (Peter Dinklage).

De resto, não foi só Game of Thrones que inspirou os pais. Passando para Star Wars, 21 bebés foram chamados de Rey (Daisy Ridley) e cerca de 70 de Kylo (Adam Driver), enquanto Leia (Carrie Fisher) atraiu 149 famílias a chamar à sua recém-nascida esse nome.

Há ainda 7 crianças chamadas de Moana (filme da Disney e nome da princesa), 3 Harley-Quinn (Margot Robbie no filme Esquadrão Suicida), e 11 Lucifer (ou são satânicos ou fãs da série de TV).

"Marilyn" triunfa no Queer Lisboa

Decorreu esta noite, às 21h00, a Sessão de Encerramento do Festival de Cinema Queer Lisboa 22, na Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge, onde foi anunciado o palmarés. 

Na competição de Longas-Metragens, a vitória recaiu em Marilyn, filme argentino assinado por Martín Rodríguez Redondo que apresenta - segundo o júri composto por Didier Roth-Bettoni, Hugo van der Ding e Leonor Silveira - "uma linguagem nunca manipuladora, um olhar realista que nos propõe um retrato de uma pesada sociedade." Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, recebeu ainda uma menção especial, enquanto o Prémio do Público coube a Girl, filme estreado em Cannes assinado por Lukas Dhont que terá brevemente o seu lançamento comercial em Portugal.

Na competição de Documentários, triunfou Room for a Man, de Anthony Chidiac, enquanto na  Competição de Curtas-Metragens, Would You Look At Her, de Goran Stolevski, levou a melhor. Na In My Shorts - que distingue o Melhor Filme de Escola - Mathias, de Clara Stern, foi distinguido, enquanto na secção Queer Art, Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes, foi o vencedor.

Aqui fica o Palmarés:

Competição de Longas-Metragens

Melhor Longa-Metragem: Marilyn, de Martín Rodríguez Redondo (Argentina, Chile, 2018, 80')

Melhor Atriz: Kristín Thóra Haraldsdóttir, And Breathe Normally (Ísold Uggadóttir, Islândia, Suécia, Bélgica, 2018, 100')

Melhor Ator: Victor Polster, Girl (Lukas Dhont, Bélgica, Holanda, 2018, 105')

Menção Especial: Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (Brasil, 2018, 118')

Prémio do Público: Girl, de Lukas Dhont (Bélgica, Holanda, 2018, 105')

 

Competição de Documentários

Melhor Documentário: Room for a Man, de Anthony Chidiac (Líbano, EUA, 2017, 77')

Menção Especial: Cartas para um Ladrão de Livros, de Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros (Brasil, 2017, 97')

Prémio do Público: Lunàdigas - Ovvero Delle Donne Senza Figli, de Nicoletta Nesler e Marilisa Piga (Itália, 2016, 78')

 

Competição de Curtas-Metragens

Melhor Curta-Metragem: Would You Look At Her, de Goran Stolevski (Macedónia, 2017, 18')

Menção Especial: O Órfão, de Carolina Markowicz (Brasil, 2018, 15')

Prémio do Público: O Órfão, de Carolina Markowicz (Brasil, 2018, 15')

Competição In My Shorts

Prémio Melhor Curta-Metragem de Escola: Mathias, de Clara Stern (Austria, 2017, 30')

Menção Especial do Júri: Three Centimetres, de Lara Zeidan (Reino Unido, 2017, 9')

 

Competição Queer Art

Melhor Filme: Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes (Brasil, 2018, 82')

Menção Especial: Martyr, de Mazen Khaled (Líbano, Itália, 2017, 84')

Nem "Clímax", nem "Custódia Partilhada". França escolhe "A Dor" para os Oscars

O filme La Douleur (A Dor), de Emmanuel Finkiel, é o escolhido por França na corrida ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A obra - baseada na obra de Marguerite Duras- bateu assim Climax, Jusqu’à la garde (Custódia Partilhada), Mademoiselle de Joncquières e Les Quatre Sœurs - os outro quatro pré-selecionados que tinham sido anunciados durante a semana.

Um comité composto por Alain Terzian (da Academia dos César), Serge Toubiana (Unifrance), Teresa Cremisi (da comissão d'Avance sur recettes), Claire Denis (realizadora), Nicole Garcia (realizadora), Isabelle Madelaine (Produtora) e Thierry Frémaux (Delegado Geral do Festival de Cannes) foi o responsável pela escolha.

 

Protagonizado por Melanie Thierry, que interpreta a jovem Duras e ainda no elenco com Benjamin Magimel, Benjamin Biolay e Grégoire Leprince-Ringuet, La Douleur desenrola-se em junho de 1944, quando a França ainda estava sob ocupação alemã. Aí, Marguerite é uma jovem escritora que concorda com uma série de encontros secretos com o colaborador nazi Rabier. Em troca, Marguerite recebe informações sobre o paradeiro do seu marido, Robert Antelme, um escritor e figura importante da Resistência que foi detido e enviado para o campo de concentração de Dachau. Será longa e dolorosa a espera pelo marido...

Recorde-se que La Douleur sucede a 120 Batimentos por Minuto na escolha francesa para os Oscars. Resta saber se o filme consegue melhor que o seu antecessor, que ficou de fora dos cinco nomeados finais.

 

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