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Marion Cotillard não se revê no texto subscrito por Catherine Deneuve sobre o assédio sexual

A atriz Marion Cotillard não se revê no texto publicado e assinado por 100 mulheres francesas, incluindo Catherine Deneuve, que criticavam um novo "puritanismo" que nasceu com o movimento #MeToo.

Numa entrevista em Paris, a atriz diz que "Esta revolução que está a acontecer é necessária e que é uma grande revolução". "Eu já falei sobre isso sem dar detalhes de que fui assediada muitas vezes. Disse sempre isso quando estava num grupo de mulheres e quando falamos sobre o assunto. Na maioria das vezes, 100% das mulheres estiveram nesse tipo de situação".

Sobre o facto de alguns inocentes poderem ser acusados nesta época, Cotillard diz que "vivemos numa sociedade excessiva e que algumas pessoas precisam se afirmar, mentir e acusar individuos que não fizeram nada (...) Mas que a maioria das mulheres que falaram, o que lhes aconteceu foi real."A abertura de uma discussão sobre isso e falar sobre esses excessos - as mentiras - também é importante.", acrescentando que deve-se "apoiar essa liberdade de expressão ... e a da Catherine Deneuve também"

Instada a comentar o caso de Woody Allen, com quem trabalhou em Midnight In Paris (Meia Noite em Paris), a francesa refere que pensaria duas vezes em trabalhar novamente com ele, embora ache que não voltará a ser convidada para isso: "Quando trabalhei com ele, tenho que confessar que não me questionei ", disse ela. "Eu não sabia muito sobre a sua vida pessoal. Sabia que ele casou-se com uma das suas (filhas adotivas), o que honestamente pensei que era estranho, mas não podia julgar algo que eu não conheço. Eu sou muito ignorante do que ele fez ou não fez. (...) A experiência que tivemos juntos foi muito estranha. Admiro alguns dos seus trabalhos, mas não tivemos nenhuma ligação nas filmagens, eu conheci-o cinco dias antes do início dos trabalhos.."

Colin Firth: "Não volto a trabalhar com Woody Allen"

Colin Firth é o último ator a criticar publicamente Woody Allen, dizendo ao The Guardian que não fará mais nenhum projeto no futuro com o cineasta. Firth protagonizou - sob a direção de Allen - Magic in the Moonlight (Magia ao Luar) em 2014.

"Não vou trabalhar com ele novamente", disse o ator em resposta à pergunta do The Guardian na passada quinta-feira, no mesmo dia em que Dylan Farrow deu a sua primeira entrevista televisiva acusando o pai adotivo de abuso sexual quando ela tinha sete anos de idade.

Firth junta-se assim a Timothée ChalametEllen Page, Greta GerwigMira Sorvino, Griffin Newman, David Krumholtz e Rebecca Hall e muitos mais vieram a público apoiar as alegações de Dylan Farrow.

Recorde-se que cineasta nega todas as acusações, salientando num comunicado enviado à CBS que a reivendicação de abuso sexual "foi investigada minuciosamente pela Clínica de Abuso Sexual Infantil do Hospital Yale-New Haven e pelo New York State Child Welfare. Ambos fizeram isso durante muitos meses e concluíram de forma independente que nenhum ato de abuso ocorreu. Em vez disso, eles acreditavam que uma criança vulnerável tinha sido treinada para contar a história que a mãe queria durante uma disputa contenciosa no tribunal."

Primeira imagem de Zac Efron como o assassino em série Ted Bundy

Zac Efron desempenha o papel do assassino em série Theodore Robert Cowell, mais conhecido pela alcunha de "Ted" Bundy, no thriller Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile. O ator publicou no Twitter a sua primeira imagem nesse papel [podem ver no final da notícia].

O projeto, com o argumento de Michael Werwie, vai contar a história de Bundy a partir da perspetiva da sua namorada de longa data, Liz (Lily Collins), a qual foi durante anos negando as acusações contra o serial killer, mas que eventualmente o entregou à polícia. Bundy eventualmente confessou 30 homicídios cometidos em sete estados entre 1974 e 1978, embora o número real das suas vítimas ainda seja desconhecido e possivelmente muito maior.

John Malkovich também está no elenco da obra, no papel de Edward Cowart, o juiz do julgamento de Bundy, onde impôs a sentença de morte.

 

Mais detalhes do papel de Leonardo DiCaprio no novo filme de Quentin Tarantino

Depois de ter trabalhado com o realizador em Django Unchained (Django Libertado), Leonardo DiCaprio vai protagonizar o novo filme de Quentin Tarantino.

Apesar do enredo estar envolto em segredo, a Deadline conseguiu reunir mais alguns detalhes sobre o papel que o ator vai desempenhar no filme. De acordo com a publicação, DiCaprio interpreta "um ator que protagonizava um programa televisivo, Bounty Law, que esteve no ar de 1958 a 1963." Infelizmente para a personagem, a transição para o cinema não funcionou. Por volta de 1969, ele surge como convidado em programas com outros protagonistas e contempla ir paraItália, onde os westerns de baixo orçamento estão na moda.

Descrito como um filme na linha de Pulp Fiction, mas passado em Los Angeles durante o verão dos assassinatos de Charles Manson, este projeto deverá ainda contar com Margot Robbie como Sharon Tate, embora essa possibilidade ainda não tenha sido confirmada oficialmente. Tom Cruise e Al Pacino são outros nomes ligados ao elenco, mas também não confirmados.

Certo mesmo é que o filme chega aos cinemas em agosto de 2019.

 

 

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